david levithan, o reino da possibilidade:
“eis o que sei sobre o reino da possibilidade — está sempre em expansão, nunca é o que você acredita ser. tudo a nossa volta foi considerado impossível um dia. dos aviões sobre as cabeças aos telefones nos nossos bolsos, até mesmo a garota certinha com os braços em volta do metaleiro. por mais difícil que seja para ver, às vezes, todos existimos dentro do reino das possibilidades. a maioria dos limites são invenções de nosso próprio mundo. e mesmo assim, todos os dias cada um de nós faz tantas coisas que já foram impossíveis para nós.”

é um alívio este cantinho de literatura na internet. não para não. bj,
obrigado, erika. sabe, ontem mesmo conversava com meu grande amigo paulo renato a respeito da necessidade de continuar insistindo em escrever blog, contra as adversidades, tentando no mesmo movimento insano incentivá-lo e, por que não?, também a mim, que estou relendo bartebly e companhia, do enrique vila-matas, e às vezes sou acometido da pergunta fatal a respeito do sentido de escrever (não apenas blog, mas em geral).
por enquanto estou firme; por hoje. isto aqui é um pouco como os alcóolicos anônimos, um dia de cada vez. e como estou próximo de concluir o primeiro livro do qual continuo a gostar, mesmo estando próximo do fim, pode ser que algo esteja mudando em caráter definitivo (será?).
beijo.
haha, você fala como se escrever fosse algo negativo. para alguns, escrever é hábito, e dos melhores, que deve ser estimulado. agora, se vale publicação nos blogs, não sei, porque demanda tempo. talvez, isso, sim, seja motivo de dilema. bem, vou navegando… bj,
erika, obrigado por sua navegação incluir o blog. na verdade, estou num ritmo tão frenético de ideias e composição este fim de semana que vou retirar tudo o que disse acima. quero que nem conste nos autos, pode ser?
na verdade, esse blog aqui tem textos produzidos até o dia 3 de março, ou seja, é conversa fiada esse negócio de que é em base diária a produção. isso, sem falar nos vários textos que tenho no moleskine e ainda não transcrevi para cá, programando-os para entrarem em dias subsequentes.
escrever às vezes é triste, mas às vezes é bem alegre e esses momentos os escritores dificilmente costumam compartilhar, porque preferem dizer que é trabalho árduo, até para as pessoas acreditarem mesmo que é. mas no fundo, no fundo, te digo isso, poder escrever é um privilégio magistral e não são raras as ocasiões em que sinto mesmo um grande orgulho, às vezes não atrelado à qualidade do texto, mas ao simples fato de que posso escrever.
é isso, escritores costumam mentir. eu inclusive. mas quando mais minto é quando falo a verdade. é uma beleza. estou inclusive virando especialista, acho.
abraço e beijo.
dias e dias, né. (“del” autorizado). bj,
isso mesmo, erika, dias e dias.
beijo.