pascoal para detetive de ideias

foto | philippe halsman
foto | philippe halsman

 

 

que não acusem pascoal de inação: agir no pensamento é agir, ele rebateu num debate público, de maneira que os críticos chamaram de dialética (eu mesmo usei outra terminologia: provocação. mas quem sou eu?). em seguida, pascoal chegou a defender que poderia ser um detetive do pensamento, hábil no rastreamento e percepção de indícios para apontar, por exemplo, a origem do pensamento de importantes filósofos do século 20, inclusive indicando com precisão o modo como as ideias desses senhores se espalharam pelo sertão. um prodígio, pascoal. mas desconfio que ele promete mais do que consegue entregar, embora tenha feito bonito nesse debate público ao dizer onde wittgenstein e maurice blanchot tiveram algumas de suas principais ideias, antes de declarar que saber onde isso se deu não tem qualquer importância, o que foi meio broxante. de qualquer forma, impressionou as autoridades presentes. james bond que se cuide, pensei com meus botões.

 

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