desaforismos (segunda temporada): 17

foto | cathrin schulz
foto | cathrin schulz

 

 

170. arte autêntica: privilégio e maldição.

171. também os detalhes precisam ser universais, ou serão segredos.

172. o coração é um bandido simpático.

173. a morte zera tudo.

174. tendo dado aos humanos o presente que não pode conceder a si — a mortalidade —, deus retirou-se para os confins do universo, onde não é encontrado.

175. a palavra é a lâmina mais afiada para o coração.

176. toda cidade é utopia, um impraticável em ângulos e formas reais.

177. brasília é uma ideia habitável.

178. na sala de jantar, o homem sentado tem a cabeça entre as mãos. a ausência da amada lhe pesa, de um modo diferente do que pesaria se ela estivesse presente.

179. é necessário que isso seja feito, mas não é o que quero fazer. quanto da vida é baseado nesse princípio? talvez quase toda ela.

 

Um comentário sobre “desaforismos (segunda temporada): 17

  1. vanessaaquino 01/05/2013 / 15:05

    “175. a palavra é a lâmina mais afiada para o coração”… o silêncio talvez seja um pouco mais cortante.

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