desaforismos (segunda temporada): 26

imagem | adeline mai
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260. a alegria é boa porque curta.

261. não é possível ser zen num país pragmático. inventaram portanto a geração beatnik.

262. não é possível o zen num país tropical. foi preciso inventar a cachaça.

263. demência não é antônimo de racionalidade. na verdade, são primas.

264. para os gregos que morriam havia o letes, um rio para atravessar. desconfio que para mim haverá um brejo, se tanto.

265. o inferno sai barato. aliás, é preferível.

266. ele trazia os bolsos vazios e o que procurava estava dentro deles.

267. deus não existe. ou, se existe, é frívolo.

268. herói, o louco que acerta.

269. quem me arrumará uns óculos para as ideias?

 

2 comentários sobre “desaforismos (segunda temporada): 26

  1. mirian oliveira 25/10/2013 / 21:32

    263. demência não é antônimo de racionalidade. na verdade, são primas.

    variante: loucura controlada é irmã-gêmea da excentricidade.

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