pero, che

cavalo

 

 

jorge luis borges, o escritor argentino, fez um conto certa vez em que o personagem usava a expressão pero, che como se fosse a melhor adaptação possível para o até tu, brutus? quando ele leu aquele comentário numa narrativa, ficou imaginando o que seria o equivalente em português do brasil e desde então enlouqueceu. ocorreu-lhe um pô, cara, mas depois reconsiderou e tentou atualizar para um mas véi? que também não funcionava tão naturalmente. última vez que o encontrei, estava às voltas com a questão, como se o rumo da vida dependesse da frase equivalente perfeita que o tornaria o borges nacional. mas continuava sem ter encontrado a saída mais adequada.

 

7 comentários sobre “pero, che

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